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Análise de Óleo

Saiba mais sobre os tipos de análise de óleo

 21 de dezembro

Qualquer empresa no mundo deseja reduzir custos de operação e melhorar a produtividade de seus equipamentos. Para isso, é preciso fazer uma boa gestão das máquinas e adotar a manutenção que traga mais economia em relação aos gastos.

Um dos processos mais comuns é o da manutenção preditiva, que trabalha com a programação de intervenção em máquinas, tendo como referência os indicadores apresentados pelos próprios equipamentos.

A aplicação da manutenção preditiva é algo essencial para o bom funcionamento das máquinas e dos equipamentos de sua empresa. Dentro desse processo, a análise de óleo é um dos pilares primordiais da manutenção preditiva e permite que sejam feitas avaliações laboratoriais precisas sobre a qualidade e o estado em que se encontra o lubrificante utilizado. O sucesso de seu negócio depende diretamente do bom estado e do funcionamento de seus equipamentos. Por isso, os investimentos em ferramentas de manutenção preditiva, como a análise de óleo, devem ser uma das prioridades no plano de negócios da organização.

A análise de óleo consiste na realização de diversos testes de laboratório feitos numa amostra. Os resultados levantam informações essenciais sobre as condições dos lubrificantes, os níveis de contaminação e o desgaste dos componentes do equipamento lubrificado pelo óleo.

Leia nosso post e saiba tudo o que você precisa sobre os diferentes tipos da análise de óleo e a sua importância na manutenção preditiva para o desempenho do maquinário de sua empresa.

 

Manutenção preditiva

A manutenção preditiva age com o intuito de reduzir a probabilidade de falhas em uma máquina ou equipamento, ou ainda a degradação de um serviço prestado. É uma intervenção prevista, preparada e programada antes da data provável do aparecimento de uma falha. Dessa forma, podemos dizer que a manutenção preditiva é o conjunto de serviços de inspeções sistemáticas, ajustes, conservação e eliminação de defeitos, visando a evitar falhas.

Realizada em conformidade com um cronograma ou com índices de funcionamento da máquina, seu período de revisão é normalmente baseado em históricos ou em recomendações do fabricante. Enquadram-se nessa categoria as revisões sistemáticas do equipamento, as lubrificações periódicas, os planos de inspeção de equipamentos e os planos de calibração e de aferição de instrumentos.

Só a manutenção preditiva é capaz de antecipar necessidades de intervenção em peças e equipamentos industriais, impedir trocas e descartes desnecessários, evitar parada de equipamentos para reparos e aumentar o tempo de disponibilidade dessas máquinas. Além disso, sua aplicação auxilia a reduzir custos na planilha da empresa, aumentar o grau de confiança quanto ao desempenho da frota e demais equipamentos, aproveitar ao máximo a vida útil de todos os componentes, dentre outros ganhos.

Esse processo serve para predizer o tempo de vida útil dos componentes e dos equipamentos, detalhando as condições para que essa vida útil tenha o máximo aproveitamento. Nesse contexto, ganha especial importância a análise de óleo como ferramenta da manutenção preditiva.

 

Manutenção preditiva e a análise de óleo

Ao falar de manutenção preditiva, é importante estar atento a um braço muito importante dentro desse procedimento: a análise de óleo do motor. Trata-se de um estudo detalhado e preciso sobre os óleos lubrificantes utilizados nas máquinas. Como um método de manutenção preditiva, a análise de óleo também consegue apontar para anomalias, como desgaste de fluidos, presença de micropartículas e demais substâncias contaminantes, “antes que seja tarde demais”.

A análise de óleo é uma das mais importantes variáveis da manutenção preditiva. Como visto nos exemplos acima, ela permite uma programação mais assertiva de inspeções. A ausência desse tipo de manutenção deixa os equipamentos sujeitos a problemas sérios em componentes importantes e até mesmo a paradas completas nas operações. Tais paradas representam grandes prejuízos a todo o processo produtivo das empresas, na medida em que exigem manutenções de caráter corretivo – de custo muito mais elevado –, além da troca de componentes de custo mais oneroso para as empresas.

A grande vantagem de ações de manutenção preditiva, como a análise de óleo, é o baixo valor de investimento demandado, indo de antemão aos altos gastos exigidos com a manutenção corretiva, a mais custosa de todas. Por isso, as empresas só têm a ganhar em benefícios ao apostar na análise de óleo. Com ela, a vida útil dos componentes é ampliada, reduzindo gastos com material de reposição, trocas de óleo desnecessárias e mão de obra em manutenções não programadas.

Estudos permanentes e detalhados dos óleos lubrificantes utilizados nas máquinas podem apontar para diversas anomalias. Os níveis de desgaste de componentes, por exemplo, podem ser identificados pela presença de micropartículas no óleo. Contaminações por água ou combustíveis também podem ser identificadas pela análise de óleo. Logo, esse monitoramento é de grande importância, podendo orientar ações pontuais de manutenção antecipada e prevenir falhas futuras.

 

Análise de óleo: como é feita

O primeiro passo para realizar a análise de óleo é identificar a necessidade de se investir e planejar a manutenção preditiva nos equipamentos da sua empresa. Em seguida, devem-se determinar quais máquinas passarão pelo acompanhamento. Depois, são estabelecidas as ferramentas necessárias para a implementação do sistema de coleta dos fluídos. As amostras de óleo vão para o laboratório especializado a fim de serem analisadas de acordo com as normas da American Society for Testing and Materials. Os resultados são consolidados em até 24 horas e disponibilizados por meio de relatórios gerenciais com as combinações dos ativos monitorados, consolidando as amostras processadas por meio de uma linguagem simples e objetiva.

 

Análise de óleo: os diferentes tipos

Existem quatro tipos de análise de óleo, no total: análise físico-química, análise de contaminações, espectrometria e ferrografia. Saiba mais sobre cada uma delas:

 

  • Análise físico-química

A análise físico-química indica a capacidade de isolamento, além do estado de envelhecimento do óleo presente no equipamento. Os resultados encontrados são comparados às referências estabelecidas em normas técnicas. Índices fora dos limites aceitáveis mostram a necessidade de um tratamento termo-vácuo, da substituição ou da regeneração do óleo utilizado.

Nesta análise, alguns dos ensaios são mais importantes. O teste de cor é realizado por meio de uma comparação com o padrão de cores e serve como base para constatar algum grau de deterioração do óleo. Já o teste de densidade também é utilizado para verificar possíveis mudanças marcantes na composição. O teor de água calcula a concentração de água existente no óleo, o que pode colaborar para o envelhecimento acelerado do produto.

 

  • Análise de contaminação

Esta técnica visa detectar qualquer substância indevida presente no óleo, tais como: poeira, água, partículas geradas pelo desgaste, fibras de estopa e ar. Uma contaminação pode gerar perda de até 20% no desempenho do equipamento, além de diminuir sua vida útil. A análise é realizada por meio da contagem de partículas, sendo esta a forma mais eficiente para o controle de contaminação. Caso detectada a existência de partículas indesejadas, é preciso eliminar qualquer fonte de contaminação existente perto dos equipamentos e realizar a filtragem ou a microfiltragem.

 

  • Espectrometria

A análise espectrométrica do óleo é a técnica usada para identificar a composição elementar de partículas de até oito mícrons contidas nas amostras de óleo. Ela é mais comum para as análises de óleo de veículos, tanto leves quanto pesados, como carros, ônibus, caminhões, tratores e empilhadeiras. Por meio da técnica, é possível identificar a presença de elementos metálicos, como cobre, alumínio, ferro e cromo, que podem ser provenientes de ligas metálicas que constituem as máquinas.

 

  • Ferrografia

A técnica da ferrografia tem o objetivo de avaliar os níveis de desgaste dos elementos de um equipamento por meio da quantificação e da observação das partículas em suspensão presentes no óleo. O procedimento frequentemente realizado para a medição da quantidade de concentração de material particulado consiste na contagem das partículas de ferro depositadas em papel de filtro e posteriormente observadas em microscópio.

 

Conclusão

Toda empresa de atuação industrial ou operacional, seja ela de que ramo for, sabe que, para o pleno sucesso de suas operações, é preciso ter atenção especial e permanente no que concerne à manutenção dos equipamentos. Para isso, a manutenção preditiva é a alternativa mais adequada. Baseada em indicadores fornecidos por um programa de monitoramento e inspeções regulares, ela consegue apontar irregularidades que podem evoluir para falhas futuras antes mesmo que elas aconteçam.

Todo esse leque de informações deixa clara a importância da manutenção preditiva e da análise de óleo para gerar mais confiabilidade e disponibilidade nos equipamentos, sem prejuízos ao processo produtivo, como perdas em componentes ou paradas de máquinas. Tudo isso gera redução de custos e maior disponibilidade e confiabilidade da frota, bem como melhores resultados, praticando uma gestão de manutenção muito mais inteligente e eficiente.

A grande vantagem da manutenção preditiva são os baixos custos que ela demanda. Monitoramentos e inspeções periódicas exigem menos recursos e previnem ações de manutenção corretiva – a mais cara das modalidades de manutenção – e as paradas operacionais, que comprometem toda a cadeia produtiva. Realizar manutenções regulares pode fazer toda a diferença na produtividade de suas máquinas.

Agora que você já sabe tudo sobre a análise de óleo, entre em contato com os nossos especialistas.

Saiba como esse tipo de análise pode ser um diferencial na sua empresa. Fale com a Oilcheck.

Comentários:

ANTONIO JUNQUEIRA | 27 de setembro
muito boa a explanação sobre o assunto! leciono sobre o tema para futuros pilotos e destaco a importância da manutenção preditiva para a segurança de voo.

Comentários:

edmilson antonio | 29 de dezembro
otimo,estas informaç~eos e de vital importancia para o processo.

Comentários:

Manutenção Preditiva | 07 de setembro
[…] problemas. Aproveite para ler mais sobre essa importante ferramenta nos nossos posts sobre os tipos de análise e os ensaios que fazem parte da análise. Compartilhe este conteúdo! Tweet […]

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