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Análise de Óleo

Indústria farmacêutica: como reduzir custos com manutenção de máquinas

 25 de novembro

Responsável pela produção de medicamentos, a indústria farmacêutica tem papel fundamental na sociedade para pesquisar, desenvolver, comercializar e distribuir remédios e drogas farmacêuticas à população. O setor depende do bom funcionamento de diferentes máquinas e equipamentos para o tratamento adequado de pacientes diversos, sendo necessário acompanhamento rigoroso para o controle de qualidade dos serviços e produtos oferecidos e uma análise de óleo eficaz.

Discutiremos neste post a importância da manutenção preditiva e da aplicação de seus métodos na indústria farmacêutica, para a máxima garantia de saúde e bem-estar de seus consumidores.

 

A indústria farmacêutica no Brasil e suas máquinas

O setor farmacêutico conta com diversas máquinas para a realização da cadeia produtiva, requerendo cuidados específicos e monitoramento constante. No segmento, existem equipamentos como máquinas compressoras, misturadores e homogeneizadores, granuladores, drageadeiras, estufas para secagem, desempoeiradores, desemblistadores, esteiras transportadoras, dentre outros. Apesar de alguns percalços e da venda de genéricos ao longo do último ano ter ficado abaixo do crescimento do mercado, o setor de farmácia no Brasil está em crescimento e consegue driblar os desafios da crise econômica do país.

Segundo o Sindicado da Indústria de Produtos Farmacêuticos do Estado de São Paulo (Sindusfarma), a indicação é de que o setor tenha crescimento de 9% até o mês de dezembro de 2016, ou seja, cerca de R$ 48 bilhões.

A Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos indica que 871,7 milhões de unidades de medicamentos genéricos foram vendidos no país, em 2014, gerando faturamento de R$ 13,7 bilhões para as empresas do setor, 18,5% em relação ao ano anterior. Pela média de preço inferior aos produtos de referência, os medicamentos genéricos cresceram bastante em meio ao cenário da economia estagnada.

Listaremos, a seguir, as dez principais empresas que mais lucraram por meio da venda de remédios no Brasil.

 

  • EMS Corp

Especialista na fabricação de medicamentos genéricos, a multinacional brasileira possui 50 anos de atuação no mercado do país. A EMS se encontra desde 2007 como líder do mercado farmacêutico do Brasil, tanto em faturamento quanto em unidades comercializadas. Apenas com a venda de medicamentos, a EMS faturou US$ 3,4 bilhões em 2014, valor 5,79% maior em relação ao ano anterior. A companhia também foi a que mais vendeu genéricos no Brasil: US$ 2,084 bilhões, com 62% de toda a sua receita tendo origem nessa modalidade.

 

  • Hypermarcas

Uma das maiores proprietárias de marcas do país, e desde 2010 também o maior laboratório farmacêutico brasileiro, a Hypermarcas faturou US$ 2,69 bilhões com vendas de remédios no Brasil, em 2014. Isso representou o crescimento de 11,43% ante os resultados do ano anterior. A empresa foi a terceira entre as maiores vendedoras de genérico para os brasileiros, com US$ 817 milhões em faturamento.

 

  • Sanofi

Com amplo portfólio de medicamentos, a Sanofi representa a maior corporação farmacêutica do mercado brasileiro. Contudo, a empresa foi a única que apresentou queda de receita no período, tendo faturado quase US$ 2,3 bilhões com remédios no país, 9,4% a menos que em 2013. A queda de genéricos comercializados pela companhia foi duas vezes maior, e as vendas na modalidade somaram mais de US$ 1 bilhão.

 

  • Novartis

Com 20 anos de mercado, a Novartis é um grupo farmacêutico suíço que obteve o faturamento de US$ 1,7 bilhão com a venda de medicamentos no Brasil. A farmacêutica foi a 5ª que mais vendeu genéricos no país – US$ 591 milhões no ano.

 

  • Aché

Laboratório paulista fundado em 1965, a Aché faturou US$ 1,5 bilhão com remédios no mercado nacional, em 2014, 8,7% mais em relação a 2013. Do montante, US$ 433 milhões equivalem ao faturamento com genéricos.

 

  • Eurofarma

A multinacional farmacêutica brasileira foi fundada em 1972, com presença em toda a América Latina, e somou US$ 1,3 bilhão em vendas de medicamentos para o Brasil, em 2014. A Eurofarma apresentou o maior crescimento em relação ao ano anterior, isto é, 18%. A empresa arrecadou US$ 627 milhões com a venda de genéricos, no total – número 33% maior que o de 2013.

 

  • Takeda

Com vasta história no ramo farmacêutico, a Takeda é uma companhia japonesa, fundada em 1781. No total, US$ 869 milhões foram faturados em 2014, valor 1,15% maior em relação ao ano anterior.

 

  • Bayer

A Bayer, empresa farmacêutica e química alemã, também tem sua história de longa data: fundada em 1863, completou 150 anos no mundo em 2013. A empresa faturou US$ 766 milhões com a venda de remédios no Brasil, em 2014, índice 6% superior ao atingido no ano anterior.

 

  • Pfizer

Uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo, a Pfizer é sediada nos Estados Unidos e faturou US$ 736 milhões em 2014, valor 0,66% acima dos US$ 731 milhões vendidos um ano antes.

 

  • GSK

A GlaxoSmithKline, ou GSK, é uma multinacional britânica fundada no ano 2000, produtora de produtos biológicos, de saúde e vacinas. A empresa obteve US$ 658 milhões com medicamentos no Brasil, 1,33% a mais que em 2013.

 

Reduzindo custos com manutenção preditiva

Para o sucesso de uma empresa que atua no setor farmacêutico, é preciso estar em dia com a manutenção de equipamentos e máquinas. Avaliar as reais condições das máquinas e dos equipamentos requer um trabalho minucioso de coletas e análises de dados dos equipamentos monitorados, inserindo-se nesse contexto a manutenção preditiva como ferramenta essencial.

A manutenção preditiva tem como intuito programar intervenções nas máquinas, baseadas em indicadores dos próprios equipamentos. Esses dados são fornecidos por um programa de monitoramento e inspeção de desempenho, sendo comumente avaliados fatores como vibração, termografia e outros.

O processo serve para predizer o tempo de vida útil dos componentes e dos equipamentos, detalhando as condições para que essa vida útil tenha o máximo aproveitamento. Nesse contexto, ganha especial importância a análise de óleo como ferramenta da manutenção preditiva.

Estudos permanentes e detalhados dos óleos lubrificantes utilizados nas máquinas podem apontar para anomalias. Mais especificamente, a manutenção preditiva visa determinar antecipadamente a necessidade de serviços de manutenção nas peças dos equipamentos, eliminando desmontagens para inspeções desnecessárias. Por meio desse processo, é aumentado o tempo de disponibilidade dos equipamentos, que assim reduzem o número de trabalhos de emergência não planejados e a chance de falhas futuras. Dessa forma, evitam-se prejuízos por processos de manutenção corretiva, que são mais custosos, além de prevenir gastos e prejuízos com eventuais paradas completas do maquinário e da linha produtiva.

 

Conclusão

Nesta postagem, buscamos compartilhar algumas informações que mostram o atual panorama da indústria farmacêutica e a importância da manutenção preditiva no segmento. Esse tipo de manutenção aproveita ao máximo a vida útil total de cada componente e equipamento, aumentando o grau de confiança no desempenho da linha de produção, algo crucial para qualquer empresa, sobretudo na área de saúde.

A grande vantagem da manutenção preditiva são os baixos custos que ela demanda. Monitoramentos e inspeções periódicas exigem menos recursos e previnem ações de manutenção corretiva – a mais cara das modalidades de manutenção – e as paradas operacionais, que comprometem toda a cadeia produtiva. Realizar manutenções regulares pode fazer toda a diferença na produtividade de suas máquinas.

 

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