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Análise de Óleo

3 maiores dúvidas sobre lubrificantes

 09 de setembro

O uso do óleo lubrificante é fundamental para o bom desempenho de um motor, atuando na ampliação de sua vida útil. Porém, nem todos possuem o conhecimento adequado para a análise e escolha do óleo correto para o seu veículo, o que pode gerar desgastes e diversos problemas no motor. Para isso, discutiremos neste post as principais dúvidas sobre os óleos lubrificantes e como eles funcionam.

 

Maior vida útil

O óleo lubrificante é um composto que apresenta funções variadas em um único compartimento. Primeiramente, ele minimiza o atrito e o desgaste entre as superfícies metálicas, assim como diminui a força necessária para movê-las. Além disso, o óleo lubrificante absorve o calor gerado por essas superfícies, realizando a troca de temperatura com o ambiente externo.

O óleo lubrificante ainda tem um importante papel de limpeza do motor, prevenindo o acúmulo de partículas como a fuligem, mantendo-as em suspensão até serem retiradas do sistema. Por fim, o óleo também atua na proteção do compartimento ao formar sua camada sobre as superfícies metálicas, minimizando os danos de ácidos que podem causar a oxidação, bem como a formação de sedimentos nas peças.

 

O que é viscosidade?

A viscosidade é um critério de grande importância, que determina o tipo de óleo lubrificante a ser aplicado em cada caso. A viscosidade é a medida da espessura do fluido, ou a resistência que ele exerce ao escoamento. Uma forma muito simples de se entender é pensando no mel e na água: por ser mais grosso, o mel tem maior viscosidade do que a água, por exemplo.

A viscosidade do óleo precisa atender a diversas circunstâncias em um compartimento, como a velocidade do sistema, a temperatura e o tamanho da carga e das folgas. Com base nesses atributos, a análise de óleo e otimização de sua viscosidade são essenciais para aprimorar a eficiência energética, evitando o desgaste dos componentes e ampliando a vida útil do sistema.

Se a velocidade do sistema for alta, a viscosidade do óleo lubrificante deverá ser menor, pois nesse caso a formação da película do óleo é mais facilitada. Quanto à carga, o quão maior for sua aplicação, maior deve ser a viscosidade, ampliando sua resistência e evitando o rompimento da película.

Já com o aumento da temperatura, a viscosidade do óleo lubrificante diminui. Contudo, é importante ter cuidado: se o óleo estiver muito grosso quando o motor está frio, ele não se movimentará adequadamente pelo compartimento. Por outro lado, se ele se tornar muito fino quando o motor estiver quente, não dará a proteção correta contra o desgaste do motor. Por fim, se as folgas do motor são menores, a viscosidade do óleo lubrificante também deve ser menor para que ele possa penetrar devidamente em todas as partes.

 

O que são aditivos de desempenho?

Os aditivos de desempenho atuam na proteção do óleo lubrificante, aprimorando sua preservação e limpeza do motor para o prolongamento de sua vida útil. Há diversos tipos de aditivos, que devem ser analisados e selecionados cuidadosamente para o melhor desempenho. Falaremos deles em um próximo post.

 

O que acontece se eu não utilizar o lubrificante adequado?

Como visto nas diversas funções dos óleos lubrificantes, escolhê-los sem análise e conhecimento prévio dos componentes pode acarretar problemas sérios e prematuros em peças importantes, ou até mesmo a parada completa do sistema. Esses são problemas que podem trazer grandes danos a todo o processo produtivo das empresas, uma vez que exigem manutenções corretivas – de custo bastante elevado – além da troca de componentes de custo mais oneroso.

Com isso em mente, as empresas que buscam bons resultados passam por um processo de análise de óleo criterioso, tendo como primeiro passo identificar a necessidade de se investir e planejar a manutenção preditiva. A seguir, é preciso definir quais equipamentos e compartimentos serão monitorados – lembrando que cada parte possui suas especificidades. Finalmente, são definidas as ferramentas necessárias para a implantação do programa e coleta dos fluídos. As amostras de óleo são analisadas e, apenas na Oilcheck, os resultados estarão consolidados em 24 horas.

 

Conclusão

Conhecer os diferentes aspectos e aplicações do óleo lubrificante é algo essencial para o melhor desempenho de um sistema. Atuando na proteção e maior eficácia dos processos em cada componente, uma boa análise e escolha do óleo mais adequado provam que a manutenção preditiva é a alternativa ideal. Baseada em indicadores fornecidos por um programa de monitoramento e inspeções regulares, a manutenção preditiva consegue apontar irregularidades que podem evoluir para falhas futuras antes que elas aconteçam.

Uma das ferramentas mais importantes da manutenção preditiva é a análise de óleo, que consegue apontar anomalias e desgastes a partir da presença de elementos contaminantes nos óleos lubrificantes dos equipamentos. Entendendo melhor a escolha e as funções dos óleos lubrificantes, vemos como a manutenção preditiva se mostra a opção mais barata e segura, sem necessidade de paradas operacionais e troca de componentes importantes em caso de falhas. Seja qual for a situação, a manutenção corretiva acaba sendo a mais cara que se pode realizar e é sempre bom preveni-la.

Entre em contato com os especialistas da Oilcheck para tirar qualquer dúvida sobre lubrificantes. Aproveite também para assinar a nossa newsletter. 

 

Comentários:

Lubrificantes LUMO | 22 de maio
Acho essencial - e raro - citarem a possibilidade de aditivos no lubrificantes. Trabalhamos com lubrificantes e graxas industriais - https://lubrificanteslumo.com.br/ - e também somos a favor do bom uso de aditivos químicos para melhorar a vida útil do produto utilizado. Ótima matéria, meus parabéns!

Comentários:

Manutenção Preditiva | 12 de setembro
[…] os ácidos que causam corrosão. Na postagem anterior falamos mais sobre a lubrificação. Confira aqui. Essa substância desempenha diversos papéis: lubrifica, minimizando atrito e desgaste; refrigera, […]

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