Manutenção

Os desafios dos rebocadores marítimos

Saiba mais sobre alguns desafios dos rebocadores marítimos.

 14 de junho
Os rebocadores marítimos (tugs, tugboats) são pequenos navios de grande robustez, alta potência de máquina e boa mobilidade. Utilizados nas operações de atracação e desatracação de embarcações, os rebocadores foram desenvolvidos para empurrar, puxar e rebocar navios ou barcaças em manobras difíceis. Por possuírem um desenho diferenciado, essas embarcações são capazes de fazer manobras curtas a todo momento. Utilizados em grandes navios, os rebocadores de porto (harbour tugs) são de pequeno porte, com alta capacidade de manobra e motores de grande potência. Por sua vez, o rebocador de alto-mar (ocean-going tug) é destinado a resgate de pessoal, em missões de socorro de navios avariados e de combate a incêndios. O rebocador de porto é de grande porte e potência e possui extenso raio de ação. Os rebocadores marítimos atuam praticamente parados ao chegarem ao porto. A atracação é feita lentamente, quando o rebocador age contra o casco do navio. No momento em que um navio a ser atracado aparece na entrada do porto, o rebocador segue em sua direção com o objetivo de encontrá-lo e iniciar o reboque. A quantidade de rebocadores marítimos a serem utilizados nessa operação depende do porte do navio a ser atracado.  

Principais desafios

  Quantidade de combustível utilizado Na maioria das vezes, os combustíveis utilizados na propulsão de grandes embarcações são compostos de uma mistura de óleo diesel e óleo combustível, o que explica o elevado teor de enxofre e a alta viscosidade. A resolução que diz respeito a esse teor é a ANP nº 49, que define que os óleos combustíveis marítimos denominados de COM podem atingir um teor máximo de enxofre de 4,5%. O óleo diesel marítimo pode ser comercializado como A ou DMA (combustível destilado médio, isento de resíduos) e B ou DMB (composto de destilados médios e que pode conter pequenas quantidades de óleo de processo do refino). Tanto o DMA quanto o DMB não podem ultrapassar 0,5% de enxofre. Os rebocadores marítimos são enquadrados como embarcações de médio e pequeno portes, junto às embarcações de apoio de plataformas e aos empurradores. Geralmente, os motores de propulsão são de quatro tempos e de média rotação, que consomem o DMA como combustível.   Regulações ambientais Acidentes ligados à navegação são causados por inúmeros fatores. Pesquisas revelam que 93% dos danos causados ao meio marinho decorrem de ação humana. Desses, 33% concernem a operações de navios e 12% são relacionados a acidentes de navegação. No que concerne ao Direito Internacional do Meio Ambiente, a matéria mais normatizada referente ao tema é a de poluição do meio ambiente. O Brasil é membro da Organização Marítima Internacional (OMI) e signatário das principais convenções internacionais, sendo que sua legislação é considerada de vanguarda e contempla as convenções mais importantes. Destacam-se, no que diz respeito à legislação interna, a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98) e a Lei do Óleo (Lei nº 9.966/00).  

Conclusão

Com as ferramentas da manutenção preditiva, é possível aproveitar melhor os rebocadores marítimos. Um dos procedimentos mais importantes nesse processo é a análise de óleo, que gera mais disponibilidade e confiabilidade, ocasionando redução de custos e praticando uma modalidade de manutenção mais eficiente e inteligente.   Depois de receber uma amostra do óleo de um rebocador, a Oilcheck verificou que havia algo errado. A amostra apresentou alta contaminação por diesel com leve baixa viscosidade do óleo, e o resultado indicou uma operação inadequada do sistema de injeção. Com a análise de óleo, o cliente evitou um custo de aproximadamente R$ 136 mil. Você confere este estudo de caso completo em nosso site.
Artigo escrito por Manutenção Preditiva
Editor do manutencaopreditiva.com

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